Uma diarista de 45 anos, mãe de uma menina de 11 anos, entrou em contato com a reportagem para falar sobre as cenas pornográficas protagonizadas por alunos em uma sala de aula em Vilhena. A mãe se disse chocada com a “depravação infantil” presenciada pela filha.
A menina relatou à mãe ter visto um colega de turma se masturbando e ter notado uma “gosma” no chão da sala, referindo-se ao esperma que havia sido fotografado pela professora.
A estudante, que figurou como vítima no episódio, foi ouvida pelo padrasto e confirmou a veracidade dos fatos publicados. Segundo a mãe, a garota estava assustada com a situação, mas manteve a versão de que foi ameaçada pelos dois colegas envolvidos, que são da mesma faixa etária.
A mãe se espanta com a capacidade de crianças tão novas de praticarem os atos sexuais depravados testemunhados pela filha. A diarista afirmou que procurará a escola para saber como a situação será resolvida. Se os alunos envolvidos continuarem estudando na instituição, ela pretende matricular a filha em outro colégio para garantir a segurança e o bem-estar da menina.
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