Painel Rondônia - Sua fonte de notícias na cidade de ...

Sabado, 02 de Maio de 2026

Geral

Sem provas, Rubio acusa Maduro de chefiar grupo narcoterrorista

Secretário dos EUA diz que governo venezuelano não é legítimo.

Painel Rondônia
Por Painel Rondônia
Sem provas, Rubio acusa Maduro de chefiar grupo narcoterrorista
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, acusou neste sábado (3) o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de chefiar uma suposta organização narcoterrorista, sem apresentar provas públicas que sustentem a afirmação. A declaração foi feita por meio das redes sociais, em meio à escalada do conflito entre Washington e Caracas.

 

Segundo Rubio, Maduro não seria o presidente legítimo da Venezuela e o governo do país estaria sob controle do chamado Cartel de los Soles, grupo que os Estados Unidos associam ao tráfico internacional de drogas. O secretário afirmou ainda que o líder venezuelano seria indiretamente acusado de enviar entorpecentes aos EUA, mas não detalhou investigações, processos judiciais ou evidências concretas.

A manifestação ocorre horas após o presidente norte-americano, Donald Trump, confirmar um ataque militar em larga escala contra a Venezuela. Em publicação na rede Truth Social, Trump declarou que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, teriam sido capturados por forças norte-americanas e retirados do país, informação que ainda não foi comprovada de forma independente.

Leia Também:

Do lado venezuelano, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, repudiou a ofensiva e classificou a ação como “vil e covarde”, rejeitando qualquer presença de tropas estrangeiras no território nacional. Ele também fez um apelo por apoio internacional, diante do que o governo venezuelano descreve como agressão militar direta.

Nos últimos meses, segundo autoridades de Caracas, bombardeios de forças dos EUA a embarcações no Caribe já vinham sendo registrados, aumentando a tensão diplomática e militar na região. A situação segue em rápida evolução, com reações de governos da América Latina e pedidos de atuação de organismos multilaterais.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
Comentários: