A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (31/10), a oitava fase da Operação Overclean, em uma ofensiva contra uma organização criminosa suspeita de promover fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
A ação contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB). Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, além do sequestro de valores obtidos de forma ilícita, nos estados do Distrito Federal, São Paulo e Tocantins — nas cidades de Brasília, São Paulo, Palmas e Gurupi.
As medidas foram determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com base nas provas reunidas nas fases anteriores da investigação, que apontam o envolvimento de empresários, servidores públicos e intermediários em um esquema voltado à manipulação de contratos e superfaturamento de serviços.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro. As investigações continuam para identificar o destino dos recursos desviados e possíveis novos integrantes da rede criminosa.
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