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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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MPRO atua em júri e agente condenado por homicídio morre após reagir à prisão

Réu foi condenado a 18 anos pela morte de policial militar ocorrida em 2013; após a sentença, reagiu à abordagem da PM em Machadinho do Oeste e acabou baleado.

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Por Painel Rondônia
MPRO atua em júri e agente condenado por homicídio morre após reagir à prisão
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Um agente penitenciário condenado a 18 anos de prisão por homicídio morreu após reagir à ordem de prisão nesta terça-feira (10). O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri de Porto Velho, com atuação do Ministério Público do Estado de Rondônia.

O réu Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, acompanhou a sessão por videoconferência a partir de Machadinho do Oeste. Após a leitura da sentença, foi expedida ordem de prisão imediata.

Durante a tentativa de cumprimento da decisão judicial, segundo informações da ocorrência, o condenado reagiu à abordagem da Polícia Militar de Rondônia e efetuou disparos contra a guarnição. Os policiais reagiram, e o homem foi baleado. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital da cidade.

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Crime ocorreu em 2013

Os jurados reconheceram a responsabilidade de Fabrício Borges Mendes pelo assassinato do policial militar Francisco Garcia Galvão. O crime ocorreu em 2013, em Porto Velho.

De acordo com o processo, a vítima foi atingida por seis disparos de arma de fogo.

Os jurados também acolheram as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público: meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Com base na decisão do júri, a Justiça fixou a pena em 18 anos de prisão.

Atuação do Ministério Público

O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, representante do Ministério Público no Tribunal do Júri.

Após a condenação, a Promotoria de Justiça de Machadinho do Oeste acionou a Polícia Militar de Rondônia para cumprir a ordem de prisão contra o réu, o que resultou na ocorrência registrada durante a abordagem policial.

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FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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