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Terça-feira, 21 de Abril de 2026

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Nova variante da Covid-19 com maior escape imune é detectada em 23 países

Uma nova variante do coronavírus, identificada como BA.3.2, tem chamado a atenção de autoridades de saúde em todo o mundo pelo aumento no número de registros recentes

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Nova variante da Covid-19 com maior escape imune é detectada em 23 países
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Uma nova variante do coronavírus, identificada como BA.3.2, tem chamado a atenção de autoridades de saúde em todo o mundo pelo aumento no número de registros recentes. A cepa, ligada ao vírus SARS-CoV-2, já foi detectada em pelo menos 23 países, incluindo os Estados Unidos, conforme análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, até o momento, não há confirmação de casos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a BA.3.2 apresenta um nível mais elevado de escape imune, ou seja, tem maior capacidade de driblar os anticorpos quando comparada a outras variantes em circulação. Ainda assim, não há evidências de que essa nova cepa cause formas mais graves da Covid-19 ou reduza a eficácia das vacinas disponíveis.

Uma nova variante do coronavírus, identificada como BA.3.2, tem chamado a atenção de autoridades de saúde em todo o mundo pelo aumento no número de registros recentes. A cepa, ligada ao vírus SARS-CoV-2, já foi detectada em pelo menos 23 países, incluindo os Estados Unidos, conforme análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, até o momento, não há confirmação de casos.

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a BA.3.2 apresenta um nível mais elevado de escape imune, ou seja, tem maior capacidade de driblar os anticorpos quando comparada a outras variantes em circulação. Ainda assim, não há evidências de que essa nova cepa cause formas mais graves da Covid-19 ou reduza a eficácia das vacinas disponíveis.

Os registros da variante cresceram entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, especialmente em países como Dinamarca, Alemanha e Holanda. Nos Estados Unidos, a presença da BA.3.2 foi identificada tanto em viajantes vindos de países como Japão, Quênia, Holanda e Reino Unido, quanto em análises de esgoto de aeronaves e de diferentes estados. Também houve confirmação em amostras clínicas de pacientes, incluindo dois casos que evoluíram para internação.

Outro ponto que chama atenção é o número de mutações. A BA.3.2 possui entre 70 e 75 alterações na proteína Spike, estrutura responsável por permitir a entrada do vírus nas células humanas. Esse número é superior ao observado em variantes atualmente predominantes, como a JN.1 e a LP.8.1.

Apesar dessas características, a OMS reforça que não há, até agora, estudos clínicos ou epidemiológicos que indiquem maior gravidade da doença associada à nova variante. Também não foram observados aumentos significativos em hospitalizações, internações em unidades de terapia intensiva ou mortes nos locais onde a cepa foi identificada.

Mesmo sem sinais de maior agressividade, o perfil de escape imunológico da BA.3.2 mantém a comunidade científica em alerta, exigindo monitoramento contínuo. As autoridades de saúde destacam que a vacinação segue sendo a principal estratégia de proteção contra a Covid-19 e suas variantes.

FONTE/CRÉDITOS: CAPITAL RONDÔNIA
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