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Terça-feira, 10 de Marco de 2026

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EUA negam ataque iraniano a porta-aviões

Centcom afirma que mísseis do Irã não atingiram o USS Abraham Lincoln e diz que operações militares seguem no Oriente Médio.

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Por Painel Rondônia
EUA negam ataque iraniano a porta-aviões
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Os Estados Unidos negaram neste domingo (1º) que o porta-aviões USS Abraham Lincoln tenha sido atingido por mísseis lançados pelo Irã. A embarcação foi deslocada para a costa do Oriente Médio com o objetivo de reforçar os ataques iniciados no sábado (28) contra o país persa.

Segundo o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), quatro mísseis balísticos teriam sido disparados contra o navio neste domingo e atingido o alvo. A informação, no entanto, foi contestada por autoridades americanas.

Responsável pelas operações militares na Ásia Central e no Oriente Médio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) publicou imagens de caças decolando do porta-aviões e afirmou que os projéteis “não chegaram nem perto” da embarcação.

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“O Lincoln continua lançando aeronaves em apoio à campanha incansável do Centcom para defender o povo americano, eliminando ameaças do regime iraniano”, informou o comando militar em publicação nas redes sociais.

O Centcom também confirmou que três militares norte-americanos morreram e cinco ficaram gravemente feridos durante os ataques ao Irã. Outros soldados tiveram ferimentos leves e devem retornar às operações.

Escalada do conflito

A tensão se intensificou após bombardeios conduzidos por Estados Unidos e Israel contra diversos alvos em território iraniano, que resultaram em centenas de mortes, incluindo autoridades do país.

Entre os mortos está o líder supremo do Irã, Ali Khamenei. Ainda neste domingo, foi anunciada a criação de um órgão colegiado para substituir o aiatolá.

De acordo com o jornal estatal Tehran Times, o conselho será composto pelo presidente Masoud Pezeshkian, pelo chefe do Judiciário Gholam Hossein Mohseni Ejeie e pelo presidente do Parlamento Mohammad Bagher Ghalibaf.

O cenário reforça a escalada da crise no Oriente Médio, com aumento das tensões militares e diplomáticas na região.

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FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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