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Terça-feira, 10 de Marco de 2026

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Carnaval: querem acabar com a família tradicional

Do Entrudo colonial aos desfiles modernos, o Carnaval brasileiro atravessa séculos de transformações, polêmicas e disputas simbólicas que hoje dividem opiniões e acendem debates políticos e religiosos.

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Por Painel Rondônia
Carnaval: querem acabar com a família tradicional
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O Carnaval chegou ao Brasil no século XVII. No início, era o Entrudo, uma festa caótica em que as pessoas jogavam limão, farinha e até líquidos umas nas outras.

Em 1840, a celebração ficou mais refinada, com bailes de máscaras inspirados na Europa.

Em 1928, surgiu no Rio de Janeiro a primeira escola de samba, a Deixa Falar. Já em 1932, aconteceu o primeiro desfile oficial, com destaque para a Estação Primeira de Mangueira.

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O Carnaval era para ser uma festa de muita alegria, mas, com o passar dos anos, as pessoas começaram a expressar suas ideias e opiniões, e ele também se tornou um espaço para nudez explícita. Na década de 1990 e 2000, era comum vermos uma mulher dançando quase seminua, apenas com tintas pelo corpo. Para muitos, isso já havia se tornado normal.

Com o tempo, o Carnaval vem ofendendo todos os cristãos. Em 2019, a escola de samba Gaviões da Fiel mostrou uma cena em que “demônios pareciam vencer e pisotear Jesus Cristo”.

O desrespeito com os brasileiros este ano passou dos limites. Como sempre, a esquerda vem zombar da família tradicional brasileira e enaltecer o atual presidente, justo em ano político. Quanta coincidência, não? Mas, como sempre, quando se diz respeito à esquerda, “acaba em pizza”. Nosso Supremo Tribunal Federal tapa os olhos para o que nosso excelentíssimo presidente e seus “amigos” fazem.

Dessa vez, a família veio com força para lutar contra esse sistema, e a estratégia de ofender não deu certo. A zombaria revoltou muitos, não só da direita, mas também do centrão.

Agora fica a reflexão: por que querem tanto acabar com a família tradicional? Por que ofender tanto a Deus? Por que atacar os cristãos?

Nosso país é constituído por 56,7% de católicos e 26,9% de evangélicos. Atacar os eleitores e a própria nação não foi uma estratégia inteligente. E o melhor dessa história toda foi ver a escola que homenageou o senhor presidente ser rebaixada.

O presidente não gostou da repercussão negativa o que será que ele esperava?

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FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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